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Planta de Localização e imagens de enquadramento histórico
Planta de Localização e imagens de enquadramento histórico

Análise da rede e tipologias existentes
Análise da rede e tipologias existentes

Planta de Cobertura
Planta de Cobertura

Vista da Avenida Fontes Pereira de Melo; Topo: Vistas do interior da praça e detalhe da requalificação dos edifícios existente.
Vista da Avenida Fontes Pereira de Melo; Topo: Vistas do interior da praça e detalhe da requalificação dos edifícios existente.

Esquemas de actuação projectual; Planta à cota da rua Andrade Corvo; Alçado da avenida Fontes Pereira de Melo
Esquemas de actuação projectual; Planta à cota da rua Andrade Corvo; Alçado da avenida Fontes Pereira de Melo

Corte C4; Planta à cota da rua Martens Ferrão
Corte C4; Planta à cota da rua Martens Ferrão

Corte C1; Corte C2
Corte C1; Corte C2

Vista aérea da avenida Fontes Pereira de Melo; Topo: Vistas da relação entre o atravessamento público e a galeria de arte
Vista aérea da avenida Fontes Pereira de Melo; Topo: Vistas da relação entre o atravessamento público e a galeria de arte




ÍNDICE PROJETO
NOMEADO
REDESENHAR A CIDADE
Universidade Lusíada de Lisboa

Quarteirão para Memória Futura
Localizada na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, numa avenida marcada pela fragmentação da construção, das conexões humanas ou entre as programáticas que não tiram partido do que de melhor a diversidade pode ter numa cidade moderna.
A nossa intervenção procura conciliar passado, presente e futuro num quarteirão onde a sua posição estratégica na avenida poderá ser o aspecto determinante para consolidar uma “rede” já existente.
A proposta prende-se então com três grandes premissas: a visão humanista, a necessidade de conexão dos vários fragmentos e um sentido de continuidade histórica.
Na perspectiva humanista pretende-se reformular a deslocação pedonal, numa avenida onde o automóvel tem primazia. Propõe-se, então, um percurso alternativo pelo interior do quarteirão que pode continuar pelo interior do Palácio Sotto Maior e fazer ligação com a Avenida da Liberdade, em que as conexões humanas e o conforto têm um papel preponderante, assim como as relações com espaços expositivos, de estadia ou comerciais, promovendo e adequando o percurso à vivência humana.
Sendo as cidades “seres” evolutivos e mutáveis, os edifícios serão os organismos que irão tornar a progressão possível. Neste sentido, propomos a recuperação dos edifícios existentes e a sua ampliação, assumindo a diferença arquitetónica temporal, mas que pela métrica (de 7 metros) e pela materialidade uniformizá-los-á.
A proposta, conceptualmente, procura uma visão que transcende temporalmente o seu tempo e se constitui como unificação entre o passado e o presente, dando a possibilidade de continuidade futura, tanto a nível arquitetónico como de conexões humanas.