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Fotografia do local de intervenção e Planta de Localização do Projeto de Portimão. As duas cidades escolhidas, diferentes tanto na sua dimensão, localização e temperatura, permitiram comprovar a aplicabilidade do conceito. Ou seja, conjugando o habitar, o trabalhar e o lazer, numa tipologia inserida em bairros com problemas tão distintos, como por exemplo em Lisboa; o trânsito, o ruido, a grande dimensão dos edifícios envolventes que retiram a privacidade à habitação, ou em Portimão a degradação, abandono dos edifícios e um meio social bastante problemático.
Fotografia do local de intervenção e Planta de Localização do Projeto de Portimão. As duas cidades escolhidas, diferentes tanto na sua dimensão, localização e temperatura, permitiram comprovar a aplicabilidade do conceito. Ou seja, conjugando o habitar, o trabalhar e o lazer, numa tipologia inserida em bairros com problemas tão distintos, como por exemplo em Lisboa; o trânsito, o ruido, a grande dimensão dos edifícios envolventes que retiram a privacidade à habitação, ou em Portimão a degradação, abandono dos edifícios e um meio social bastante problemático.

Plantas do Piso 0 e do Piso 1. Esquemas de luz do Cote D/D. O edifício, constituído no piso 0 por um T2 e no piso 1 por um T1 está implantado numa área de 139m2 e apresenta duas entradas principais distintas, ou seja, cada entrada corresponde ao acesso exterior de cada tipologia.
Plantas do Piso 0 e do Piso 1. Esquemas de luz do Cote D/D. O edifício, constituído no piso 0 por um T2 e no piso 1 por um T1 está implantado numa área de 139m2 e apresenta duas entradas principais distintas, ou seja, cada entrada corresponde ao acesso exterior de cada tipologia.

Esquema tridimensional do Piso 0 e do Piso 1 O apartamento T2 no piso 0 (imagem 3) tem apresenta uma dupla entrada, formando um pequeno hall. A porta exterior é uma porta metálica em chapa perfurada que permite a entrada de luz e a ventilação da cozinha através de uma janela. A segunda entrada é em vidro opaco que permite ao utilizador ter a perceção do volume da cozinha em betão armado como um elemento maciço que liga o interior e o exterior. No piso 0 foram criados dois armários em betão armado de modo a criar quer uma separação entre a zona de entrada e a sala, como separar a sala da cozinha, mantendo assim a mesma linguagem do piso 0
Esquema tridimensional do Piso 0 e do Piso 1 O apartamento T2 no piso 0 (imagem 3) tem apresenta uma dupla entrada, formando um pequeno hall. A porta exterior é uma porta metálica em chapa perfurada que permite a entrada de luz e a ventilação da cozinha através de uma janela. A segunda entrada é em vidro opaco que permite ao utilizador ter a perceção do volume da cozinha em betão armado como um elemento maciço que liga o interior e o exterior. No piso 0 foram criados dois armários em betão armado de modo a criar quer uma separação entre a zona de entrada e a sala, como separar a sala da cozinha, mantendo assim a mesma linguagem do piso 0

Corte Tridimensional B/B e Pormenor Construtivo B/B Na parede exterior da instalação sanitária existe uma separação da laje, um “rasgo” de 10cm que serve para entrada de luz e para ventilação. Esta separação continua para o interior fazendo com que pareça que o núcleo da instalação sanitária não toca no teto.
Corte Tridimensional B/B e Pormenor Construtivo B/B Na parede exterior da instalação sanitária existe uma separação da laje, um “rasgo” de 10cm que serve para entrada de luz e para ventilação. Esta separação continua para o interior fazendo com que pareça que o núcleo da instalação sanitária não toca no teto.

Fotografia do local de intervenção e Planta de Localização do Projeto de Lisboa. O local escolhido para a inserção do projeto a desenvolver, consistiu, num terreno inserido numa zona densamente povoada. O edifício é constituído por 3 apartamentos, no piso térreo por um T3, no piso um por um T2 no piso 2 por um T3. Está implantado numa área de 242m2 apresenta uma entrada comum para os três apartamentos.
Fotografia do local de intervenção e Planta de Localização do Projeto de Lisboa. O local escolhido para a inserção do projeto a desenvolver, consistiu, num terreno inserido numa zona densamente povoada. O edifício é constituído por 3 apartamentos, no piso térreo por um T3, no piso um por um T2 no piso 2 por um T3. Está implantado numa área de 242m2 apresenta uma entrada comum para os três apartamentos.

Esquema tridimensional do Piso 0, do Piso 1 e do Piso 2.
Esquema tridimensional do Piso 0, do Piso 1 e do Piso 2.

Corte Tridimensional B/B e Pormenor Construtivo B/B
Corte Tridimensional B/B e Pormenor Construtivo B/B

Ambiente do Pátio do Piso 0 A arquitetura não tendo soluções predefinidas pode encontrar apoio nas estruturas tradicionais, que ao terem sido repetidas e adaptadas inúmeras vezes ao longo dos tempos, tornam-se elementos de sucesso, capazes de responder às necessidades intemporais do Homem. Nestes projetos utilizou-se o pátio, reinterpretando-o, como elemento tradicional oferecendo assim uma solução para as necessidades da sociedade atual.
Ambiente do Pátio do Piso 0 A arquitetura não tendo soluções predefinidas pode encontrar apoio nas estruturas tradicionais, que ao terem sido repetidas e adaptadas inúmeras vezes ao longo dos tempos, tornam-se elementos de sucesso, capazes de responder às necessidades intemporais do Homem. Nestes projetos utilizou-se o pátio, reinterpretando-o, como elemento tradicional oferecendo assim uma solução para as necessidades da sociedade atual.




ÍNDICE PROJETO
 
CASA PÁTIO
Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes

A Casa Pátio como um modelo de habitação contemporânea
A utilização do pátio não foi um apelo à tradição, mas sim a utilização de um elemento arquitetónico gerador de edifícios, que pretende ser mais um contributo para uma solução de espaço dentro de ambientes descontinuados e fragmentados.A utilização do pátio não foi um apelo à tradição, mas sim a utilização de um elemento arquitetónico gerador de edifícios, que pretende ser mais um contributo para uma solução de espaço dentro de ambientes descontinuados e fragmentados.
O presente exercício tem como objectivo demonstrar que a casa-pátio apesar da sua longa história e utilização continua a ser uma tipologia contemporânea.

Para esse efeito foram criadas unidades habitacionais autónomas de tipologia casa-pátio, inseridas em edifícios de habitação plurifamiliar.

Deste modo ao promover novas lógicas de execução, procura-se contribuir para a resolução dos problemas das sociedades contemporâneas no contexto de uma forte densificação e saturação populacional.

Assim, a tipologia de Casa Pátio, vai no contexto desta investigação surgir como um novo modo de requalificação urbana, tendo particular impacto em cidades densamente povoadas, centros urbanos degradados e ao abandono, habitações insalubres e com pouca luz, onde a organização espacial das habitações existentes não responde às novas exigências da população.

As duas cidades escolhidas, diferentes tanto na sua dimensão, localização e temperatura, permitiram comprovar a aplicabilidade do conceito.

Ou seja, conjugando o habitar, o trabalhar e o lazer, numa tipologia inserida em bairros com problemas tão distintos, como por exemplo em Lisboa; o trânsito, o ruído, a grande dimensão dos edifícios envolventes que retiram a privacidade à habitação; ou em Portimão a degradação, o abandono dos edifícios e um meio social bastante problemático.

A tipologia de pátio surge assim como uma possível solução capaz de responder às necessidades da sociedade contemporânea, regenerando simultaneamente o tecido urbano onde os projectos estão inseridos.

Enquanto tipologia urbana associada à introversão do espaço residencial, mostrou que pode ser associada aos mais diversos níveis de privacidade, criando aos utilizadores a sensação de que se encontram numa habitação unifamiliar.

A utilização do pátio não foi um apelo à tradição, mas sim a utilização de um elemento arquitectónico gerador de edifícios, que pretende ser mais um contributo para uma solução de espaço dentro de ambientes descontinuados e fragmentados.